Theresia Gouw
Origem da fortuna: Capital de risco
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
Theresa Gouw lançou a Acrew Capital, uma empresa de capital de risco em fase inicial em 2019; agora gerencia US$ 1,7 bilhões em ativos brutos.
Em 2014 ela cofundou a empresa de capital de risco Aspect Ventures com Jennifer Fonstad; em 2019 as duas mulheres se separaram.
Gouw ganhou suas listras no mundo VC na Accel, onde ela passou 15 anos e foi a primeira parceira feminina da empresa.
Investimentos bem sucedidos que ela liderou enquanto na Accel incluía apostas no site Trulia e na empresa de segurança cibernética Imperva.
Ela é presidente da educação sem fins lucrativos DoadoresEscolha e um membro do conselho na ONE, uma organização sem fins lucrativos focada em acabar com a pobreza.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Theresia Gouw
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Theresia Gouw, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Capital de risco', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 8 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.5 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.