Ryan Israel
Origem da fortuna: Fundos de cobertura
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Biografia
Ryan Israel é o chefe de investimento da Pershing Square Capital Management, o fundo de cobertura fundado por Bill Ackman em 2004.
Pershing Square tem 16 bilhões de dólares em ativos sob gestão e foi avaliado em $10,5 bilhões quando investidores externos compraram 10% da empresa em junho de 2024.
Formado na Universidade da Pensilvânia, Israel entrou na Pershing Square no início de sua carreira em 2009 após dois anos de investimento bancário na Goldman Sachs.
Ackman nomeou Israel seu CIO e seu sucessor em 2022.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Ryan Israel
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Ryan Israel, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Fundos de cobertura', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 8 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.5 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.