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Bertil Hult
#1607

Bertil Hult

Origem da fortuna: Educação

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Módulos

Biografia

Bertil Hult desistiu da faculdade para iniciar um negócio no porão do seu dormitório em 1965, organizando viagens para ajudar os estudantes a aprender inglês no Reino Unido.

Hoje sua empresa, EF Education First, dirigida por seus três filhos mais velhos, oferece treinamento educacional em viagens e idiomas em 111 países.

* EF envia adolescentes em sua língua, viagens educacionais, acadêmicos e programas de intercâmbio cursos de verão em tal escala que faz EF um dos maiores compradores de voos através do Atlântico

Como fornecedor oficial de treinamento linguístico para os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, a EF diz que ajudou a ensinar inglês a 1 milhão de brasileiros.

Ele mesmo severamente disléxico, ele doa dinheiro para uma escola que se concentra em abordagens inovadoras para educar crianças com deficiência de aprendizagem.

Ele também é o benfeitor do Hult Prize que concede US $ 1 milhão em financiamento de sementes para os vencedores de uma competição estudantil.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Bertil Hult

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Bertil Hult, vinculada a Serviços e 'Educação', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 19 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.2 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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