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#1848

Yinon Costica

Origem da fortuna: Inicialização da segurança

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Módulos

Biografia

Yinon Costica co-fundou o negócio de segurança de nuvem israelense Wiz e possuía uma participação de 10% na empresa.

A empresa-mãe do Google Alphabet adquiriu Wiz por 32 bilhões de dólares em dinheiro em março de 2026.

O software Wiz verifica provedores de armazenamento, como Amazon Web Services e Microsoft Azure para sinalizar e priorizar riscos de segurança.

A receita da empresa superou US$ 100 milhões em 2023, quando os fundadores iniciaram seu "plano de suicídio" de contratar rapidamente, angariar fundos e direcionar corporações de topo de mercado.

Os clientes Wiz incluem Fox, Morgan Stanley e LVMH, cujo CEO bilionário escreveu o unicórnio um cheque pessoal.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Yinon Costica

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Yinon Costica, vinculada a Tecnologia e 'Inicialização da segurança', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 16 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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