Wolfgang Leitner
Origem da fortuna: Engenharia
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Biografia
Wolfgang Leitner cabeças listado austríaco planta e fabricante de equipamentos Andritz; ele disse em julho de 2021 que ele iria renunciar como CEO tornar-se presidente do conselho.
Um químico por formação, Leitner ingressou Andritz em 1987, tornou-se CEO em 1994 e assumiu uma participação de 26% na empresa em 1999.
Ele eventualmente transformou Andritz em uma das maiores empresas da Áustria.
Em 2018, Andritz completou a maior aquisição de sua história, comprando Xerium Technologies com base na Carolina do Norte por 833 milhões de dólares.
A riqueza inicial de Leitner decorre da venda da Pharmavit, parte do equipamento farmacêutico que Genericon fundou, por $110 milhões em 1995.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Wolfgang Leitner
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Wolfgang Leitner, vinculada a Construção e Engenharia e 'Engenharia', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 29 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.8 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.