Stewart Horejsi
Origem da fortuna: Berkshire Hathaway
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
Stewart Horejsi começou a comprar ações em Berkshire Hathaway por apenas US$ 265 por ação após ler "The Money Masters" de John Train em 1980.
Ele participou de reuniões anuais quando eles eram menos de uma dúzia de pessoas em cadeiras dobráveis; agora Berkshire classe A ações é um dos mais valiosos do mundo.
Depois de se formar na Universidade do Kansas em 1962, Horejsi voltou para casa em Salina, Kansas para assumir a empresa de solda de sua família.
Ele expandiu o negócio, investindo lucros em ações de Berkshire Hathaway, e gastou grande parte de sua vida gerenciando o dinheiro de sua família.
Horejsi (pronunciado hor-ish) ainda possui algumas ações Berkshire, mas também colocou centenas de milhões de dólares em seu próprio fundo mútuo fechado.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Stewart Horejsi
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Stewart Horejsi, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Berkshire Hathaway', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 30 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.9 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.