Simon Reuben
Origem da fortuna: Imóveis, investimentos
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Biografia
Simon Reuben compartilha uma fortuna imobiliária, tecnológica e de investimento com seu irmão David Reuben.
Em 2016, eles venderam 49% de seu negócio de data center, GlobalSwitch, para um consórcio de investidores chineses por quase US $ 3 bilhões.
Venderam mais 25% do negócio em 2018 por US$ 2,7 bilhões a um consórcio de investidores institucionais e privados asiáticos por US$ 2,7 bilhões.
Os irmãos nasceram em Mumbai e cresceram no Reino Unido, onde David começou a negociar metais e Simon importou tapetes e comprou imóveis.
Sua firma Transworld, um comerciante de metais, investiu na Rússia e Cazaquistão na década de 1990 e foi ativa no comércio de alumínio.
A família Reuben possui uma estimativa de 14% do Newcastle United F.C. da Premier League.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Simon Reuben
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Simon Reuben, vinculada a Diversificado e 'Imóveis, investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 95 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 6.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.