Savitri Jindal
Origem da fortuna: Aço
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Biografia
O Grupo O.P. Jindal, cujos interesses incluem aço, energia, cimento e infraestrutura, é presidido por Savitri Jindal, viúva do fundador Om Prakash Jindal.
Após a morte de O.P. Jindal em 2005, em um acidente de helicóptero, as empresas do grupo foram divididas entre seus quatro filhos, que agora os dirigem independentemente.
Os maiores ativos do grupo são supervisionados por seu filho de Mumbai, Sajjan Jindal, que supervisiona JSW Steel, JSW Cement e JSW Paints, entre muitos outros.
Em 2024, a Sajjan Jindal criou uma joint venture da EV com a MG Motor, que já vendeu 100.000 EVS. Em 2025, ele levou JSW Cement público
O filho mais novo de Jindal, Naveen, gerencia Jindal Steel & Power. Em março de 2024, ele deixou o partido do Congresso e se juntou ao Partido Bharatiya Janata.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Savitri Jindal
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Savitri Jindal, vinculada a Metais e Mineração e 'Aço', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 264 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 17.2 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.