Reid Hoffman
Origem da fortuna: LinkedIn
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
Reid Hoffman co-fundou o site de rede profissional LinkedIn em 2003 e é sócio da empresa Greylock Partners.
Em 2016, Hoffman vendeu LinkedIn para a Microsoft por 26,2 bilhões de dólares em dinheiro e juntou-se ao conselho da Microsoft.
Ele é um investidor na Airbnb, que tornou-se público em 2020, e pioneiro de condução autônoma Aurora, que adquiriu unidade de auto-driving da Uber.
Hoffman faz parte da chamada "PayPal Mafia", e foi um dos primeiros funcionários da empresa de pagamento que mais tarde foi vendido para o eBay.
Antes do PayPal, Hoffman criou o (falha) site de namoro SocialNet, que alguns consideram como a primeira rede social online.
Ele colocou mais de US $ 1,5 bilhão em investimentos de impacto através de entidades caritativas como fundos aconselhados por doadores. A Forbes exclui esta soma da sua fortuna.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Reid Hoffman
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Reid Hoffman, vinculada a Tecnologia e 'LinkedIn', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 19 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.2 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.