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Philippe Laffont
#491

Philippe Laffont

Origem da fortuna: Fundo de cobertura

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Módulos

Biografia

Philippe Laffont dirige a Coatue Management, um fundo de cobertura e uma empresa de capital de risco que se concentra em investimentos temáticos.

Laffont fundou a Coatue Management em 1999. Ele é um chamado Tiger Cub, tendo gasto tempo trabalhando no fundo de cobertura de Julian Robertson.

A Gestão de Casaco tem 54 mil milhões de dólares em activos sob gestão.

O Coatue investiu em Tik Tok-parent Bytedance, Snapchat pai Snap e serviço de streaming de música Spotify, entre muitas outras empresas.

Laffont é um firme defensor da inteligência artificial, e os maiores estoques públicos do Coatue incluem Nvidia, Broadcom, Meta e CoreWave.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Philippe Laffont

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Philippe Laffont, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Fundo de cobertura', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 56 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 3.6 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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