Ong Leong Huat
Origem da fortuna: Serviços imobiliários, de construção e financeiros
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Biografia
Ong Leong Huat é o presidente executivo e acionista majoritário da empresa de serviços financeiros OSK Holdings.
Ele também é o presidente executivo de seu braço de propriedade, OSK Property Holdings.
Ele foi nomeado presidente não executivo da OSK Ventures International, capital de risco do grupo e empresa de private equity, em 2023.
A OSK Holdings e a OSK Ventures International estão listadas na Malásia.
A OSK Holdings tem uma participação minoritária no RHB Bank, um dos maiores bancos da Malásia por ativos.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Ong Leong Huat
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Ong Leong Huat, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Serviços imobiliários, de construção e financeiros', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 9 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.6 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.