Michael Teel
Origem da fortuna: supermercados
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Biografia
Michael. Teel é o proprietário e presidente da Raley, uma cadeia de supermercados baseada em Sacramento com receitas estimadas em $6 bilhões.
Ele é o proprietário da terceira geração. Seu avô, Tom Raley, fundou a empresa em 1935.
Ele assumiu o controle de sua mãe, Joyce Raley Teel (m. 2022), que dirigiu Raley de 1991 a 2015, quando ela transferiu a propriedade para Michael.
Hoje o Raley's tem 235 lojas na Califórnia, Nevada, Arizona, Washington, Alasca e Oregon.
A empresa também opera lojas em várias nações tribais no sudoeste.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Michael Teel
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Michael Teel, vinculada a Moda e Varejo e 'supermercados', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 11 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.7 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.