Matthew Roszak
Origem da fortuna: Criptomoeda
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Biografia
Matthew Roszak é um investidor em criptomoeda e cofundador e presidente da Bloq, uma startup blockchain que consulta projetos como ajudar bancos a armazenar ativos digitais.
Bloq também ajuda empresas que estão tentando processar transações para "moedas estáveis", ou criptomoedas ligadas ao valor de uma moeda fiduciária.
Nos anos 90 e início dos anos 2000, Roszak trabalhou em capital de risco e como empresário antes de acumular um portfólio cripto a partir de 2012.
Ele resolveu taxas de negociação privilegiada em 2006 relacionadas com compras de ações da Blue Rhino, um negócio de troca de tanque de propano.
Roszak co-liderou uma iniciativa para dar a cada membro do Congresso 50 dólares em ativos digitais; alguns aceitaram, mas não todos.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Matthew Roszak
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Matthew Roszak, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Criptomoeda', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 13 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.9 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.