Markus Persson
Origem da fortuna: Jogos de computador
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Biografia
Markus Persson fez sua fortuna vendendo os direitos de seu jogo Minecraft para a Microsoft.
Em setembro de 2014, depois de vender 15 milhões de cópias do Minecraft em consoles de jogos, Persson vendeu para a Microsoft em um negócio de US$ 2,5 bilhões em dinheiro.
Persson desde então tem sido jetting ao redor do mundo enquanto programa novos jogos em seu tempo livre.
Um ávido usuário de mídias sociais, Persson tem sido aberto sobre as desvantagens do sucesso instantâneo como ele usou Reddit para expressar a solidão.
Persson disse que ele gasta principalmente dinheiro em equipamentos de computador e viagens, embora ele comprou uma casa de 70 milhões de dólares em Beverly Hill em dezembro de 2014.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Markus Persson
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Markus Persson, vinculada a Mídia e Entretenimento e 'Jogos de computador', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 10 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.6 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.