Manuel Villar
Origem da fortuna: Imobiliária
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Biografia
Manuel Villar é o presidente do desenvolvedor imobiliário Vista Land & Lifescapes dirigido por seu filho Manuel Paolo.
O maior ativo de Villar é sua participação na Villar Land Holdings (anteriormente Golden MV Holdings), um desenvolvedor imobiliário que está construindo Villar City, uma comunidade de 3.500 hectares planejada pelo mestre sul de Manila.
Ele também tem cinco outras entidades listadas, incluindo operador de shopping Vistamalls, proprietário de propriedade VistaREIT, rede de melhoria de casa AllHome, cadeia de supermercado AllDay Marts e Premiere Island Power REIT.
Villar está diversificando seu negócio com novos investimentos em TV gratuita e planeja construir um cassino e um parque temático no sul do Metro Manila.
Seu filho Mark e sua filha Camille são senadores nas Filipinas.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Manuel Villar
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Manuel Villar, vinculada a Imobiliário e 'Imobiliária', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 17 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.1 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.