Lisa Su
Origem da fortuna: Semicondutores
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Biografia
Lisa. Su, CEO da empresa de semicondutores Advanced Micro Devices, liderou uma das maiores reviravoltas recentes no setor tecnológico.
Em 2025, a empresa anunciou uma parceria com o OpenAI (o criador do ChatGPT), destacando o uso de chips AMD para o poder computacional.
Em seguida, ela está se preparando para a batalha contra Nvidia na revolução da IA, e espera continuar ganhando; Nvidia é comandada por seu parente distante Jensen Huang.
Su nasceu em Tainan, Taiwan, em 1969, e imigrou para Nova Iorque aos 3 anos de idade.
Após se formar na Bronx High School of Science, Su foi para o MIT, onde ela ganhou um bacharel (e mais tarde um Ph.D.) em engenharia elétrica porque parecia ser o major mais difícil.
Ela fez períodos no Texas Instruments, IBM e Freescale, então entrou para a AMD em 2012 e tornou-se CEO dois anos depois.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Lisa Su
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Lisa Su, vinculada a Tecnologia e 'Semicondutores', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 21 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.3 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.