Liang Xinjun
Origem da fortuna: Investimentos
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
Liang Xinjun é um ex-vice-presidente e CEO do conglomerado Fosun International.
Os investimentos da Fosun vão desde a siderurgia à mineração, ao turismo e à indústria farmacêutica.
Liang se demitiu de Fosun em 2017 citando razões de saúde e descontou suas apostas.
Vive agora em Singapura, de onde gere o escritório da família, a família XIN.
O cofundador Guo Guangchang também é bilionário.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Liang Xinjun
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Liang Xinjun, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 20 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.3 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.