Laurence Graff
Origem da fortuna: Jóias de diamantes
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Biografia
Graff Diamonds International presidente Laurence Graff opera no topo do mercado de jóias de diamante, com mais de 60 lojas de varejo em todo o mundo.
Os clientes do Graff incluem Donald Trump, Oprah Winfrey, Larry Ellison, Elizabeth Taylor e o Sultão de Brunei.
Ele construiu seu negócio do nada, depois de deixar a escola aos 14 anos e esfregar banheiros como aprendiz de joalheiro no Hatton Garden de Londres.
Ele possui uma empresa de comércio de diamantes polido na Suíça, imóveis no distrito de Mayfair, em Londres, e uma participação em um atacadista de diamantes S. Africano.
Ele também possui Delaire Graff Estate, uma vinha e vinícola com um boutique hotel e restaurante em Stellenbosch, o Vale de Napa da África do Sul.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Laurence Graff
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Laurence Graff, vinculada a Moda e Varejo e 'Jóias de diamantes', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 32 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 2.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.