Jeff Greene
Origem da fortuna: Imóveis, investimentos
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Biografia
Jeff Greene tornou-se um bilionário ao comprar swaps de crédito default em títulos hipotecários subprime como o mercado imobiliário caiu.
A maior parte de sua fortuna agora é realizada em imóveis em Los Angeles e sul da Flórida, além de ações e outros investimentos.
Greene gastou mais de US $ 30 milhões no verão de 2018 tentando sem sucesso para ganhar a primária democrática para governador da Flórida.
Para pagar a faculdade, ele dependia de bolsas de estudo, empréstimos e empregos a tempo parcial; ele ensinava hebraico 3 dias por semana e verificava IDs fora da academia e biblioteca.
Ele pagou sua passagem pela Harvard Business School viajando pelo país vendendo bilhetes de circo.
Ele comprou sua primeira casa como estudante de MBA e alugou quartos. Ele tinha 18 propriedades na formatura.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Jeff Greene
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Jeff Greene, vinculada a Imobiliário e 'Imóveis, investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 64 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 4.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.