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George Soros
#532

George Soros

Origem da fortuna: Fundos de cobertura

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Módulos

Biografia

George Soros é um magnata do hedge fund que gerenciava dinheiro de clientes em Nova York de 1969 a 2011.

Em 1992, Soros baixou a libra britânica e supostamente obteve um lucro de $1 bilhão. Tornou-se conhecido como o homem que quebrou o Banco da Inglaterra.

Soros transferiu 18 bilhões de dólares de seu escritório familiar para suas Fundações da Sociedade Aberta a partir de 2018.

Soros nasceu na Hungria, aos 17 anos deixou o país e passou pela London School of Economics, trabalhando como porteiro e garçom.

Longo um dos maiores doadores do Partido Democrata, ele deu mais de US $ 200 milhões para candidatos e PACs na última década.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de George Soros

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de George Soros, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Fundos de cobertura', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 53 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 3.4 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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