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Fernando Chico Pardo
#1406

Fernando Chico Pardo

Origem da fortuna: Gestão do aeroporto

Patrimônio líquido

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Ganhos por segundo

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Módulos

Biografia

Fernando Chico Pardo iniciou sua primeira empresa na Cidade do México aos 27 anos, uma corretora de ações chamada Acciones y Asesoría Bursátil.

Essa corretagem passou a fazer parte do Grupo Financiero Inbursa, um grupo bancário e financeiro controlado pelo bilionário mexicano Carlos Slim.

Após deixar a Inbursa em 2003, Chico Pardo tornou-se acionista controlador do Grupo Aeroportuário del Sureste (Asur), que opera nove aeroportos no México e um em San Juan, Porto Rico.

Ele também administra fundo de private equity Promecap, que adquiriu interesses em ou forneceu financiamento para uma variedade de empresas mexicanas.

Ativos Financeiros

Bolsa
MEXICO
Ticker
AMXB-MX
Empresa
America Movil S.A.B. de C.V. (Class B)
Bolsa
MEXICO
Ticker
ASURB-MX
Empresa
Grupo Aeroportuario
Bolsa
MEXICO
Ticker
GCARSOA1-MX
Empresa
Grupo Carso S.A.B. de C.V. (Series A
Bolsa
MEXICO
Ticker
GFINBURO-MX
Empresa
Grupo Financiero Inbursa S.A.B. de C
Bolsa
MEXICO
Ticker
POSADASA-MX
Empresa
Grupo Posadas SAB de CV Class A
Bolsa
MEXICO
Ticker
CULTIBAB-MX
Empresa
Organizacion Cultiba SAB de CV
Bolsa
MEXICO
Ticker
RLHA-MX
Empresa
RLH Properties
Bolsa
MEXICO
Ticker
UNIFINA-MX
Empresa
Unifin Financiera

A grande mentira das megafortunas: O caso de Fernando Chico Pardo

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Fernando Chico Pardo, vinculada a Serviços e 'Gestão do aeroporto', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 22 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.4 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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