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Biografia
D.V.Manjunatha é o presidente e diretor-gerente do painel solar baseado em Bangalore e fabricante de células Em Vee Photovoltaic Power.
Ele listou a empresa nos bourses indianos em novembro de 2025.
Seu filho mais velho Suhas é CEO enquanto seu filho mais novo Sumanth lidera o desenvolvimento de negócios.
Está a planear uma expansão de 625 milhões de dólares para aumentar a capacidade de produção nos próximos dois anos.
Ele começou o Emm Vee Group em 1992 para fabricar produtos térmicos e fotovoltaicos mais tarde movendo-se para aquecedores solares.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de D.V. Manjunatha
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de D.V. Manjunatha, vinculada a Energia e 'Painéis solares', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 14 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.9 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.