Duke Reyes
Origem da fortuna: Distribuição da cerveja
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Biografia
Duke Reyes é CEO da Reyes Holdings, uma empresa de distribuição de alimentos e bebidas com mais de $40 bilhões em vendas e quase 30.000 funcionários.
Seus irmãos mais velhos Chris e Jude Reyes são co-presidentes, enquanto os irmãos mais novos James e Tom são executivos de uma filial de distribuição de cerveja.
Seus irmãos mais velhos e seu pai começaram o grupo em 1974 com um pequeno distribuidor de cerveja Schlitz na Carolina do Sul comprado por $740.000.
A Reyes Holdings possui distribuidor de alimentos Martin-Brower, distribuidor de cerveja Reyes Beverage Group e dois engarrafadores Coca-Cola.
A Reyes Holdings vendeu sua subsidiária de distribuição de alimentos Reinhardt a outro distribuidor, o Perfomance Food Group, em 2019, por US$ 2 bilhões.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Duke Reyes
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Duke Reyes, vinculada a Alimentos e Bebidas e 'Distribuição da cerveja', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 22 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.4 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.