Brian Acton
Origem da fortuna: WhatsApp
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
O engenheiro de computação Brian Acton co-fundou o aplicativo de mensagens WhatsApp com Jan Koum em 2007; os dois se conheceram enquanto trabalhavam no Yahoo.
O par vendeu WhatsApp para Facebook por 22 bilhões de dólares em dinheiro e ações em 2014. Acton deixou o WhatsApp no final de 2017.
Acton recebeu cerca de $3 bilhões por sua participação no WhatsApp. O aplicativo de mensagens móveis tem mais de 3 bilhões de usuários em 180 países.
Em 2018, ele comprometeu US$ 50 milhões para a Signal Foundation - o aplicativo móvel sem fins lucrativos por trás do sinal focado na preservação da comunicação privada.
Acton e esposa, Tegan, também fundaram três outras entidades filantrópicas. No total, o casal detém mais de 1 bilhão de dólares em veículos de caridade.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Brian Acton
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Brian Acton, vinculada a Tecnologia e 'WhatsApp', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 25 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.6 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.