Brett Adcock
Origem da fortuna: Robôs
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Biografia
Brett Adcock fundou o fabricante de robôs Figure em 2022; investidores incluindo Microsoft, Nvidia, Jeff Bezos e OpenAI apoiaram a empresa em uma avaliação de US$ 2,6 bilhões em fevereiro de 2024.
A figura está trabalhando para trazer um "humanóide de propósito geral" de IA para a vida e inserir os robôs na força de trabalho.
Adcock, um empresário em série, anteriormente co-fundado empresa de aviação elétrica Archer Aviation, que tornou público em uma fusão SPAC (empresa de aquisição de fins especiais) em 2021.
Adcock também co-fundou o mercado de contratação de Vettery em 2012 e vendeu para a empresa de serviços de RH da Suíça O Grupo Adecco em 2018 por US$ 110 milhões.
Adcock possui uma estimativa de 50% da Figura.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Brett Adcock
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Brett Adcock, vinculada a Tecnologia e 'Robôs', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 166 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 10.5 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.