Bennett Dorrance
Origem da fortuna: Sopa Campbell
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
O neto de John T. Dorrance, o inventor da sopa condensada, Bennett Dorrance possui uma participação de 15% na Campbell Soup.
Dorrance se aposentou do conselho de Campbell em 2022, terminando um período de 33 anos.
Dorrance é um parceiro fundador da DMB Associates, uma empresa de desenvolvimento imobiliário com projetos no Arizona, Califórnia e Havaí.
Um piloto licenciado, Dorrance possui um hangar privado em Scottsdale, Arizona, que às vezes abriga sua coleção de carros vintage.
A Bolsa de Dorrance, estabelecida por Bennett e Jacquelynn Dorrance em 1999, tem apoiado 150 estudantes universitários de primeira geração no Arizona.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Bennett Dorrance
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Bennett Dorrance, vinculada a Alimentos e Bebidas e 'Sopa Campbell', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 18 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.2 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.