Barry Zekelman
Origem da fortuna: Aço
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Biografia
Barry Zekelman assumiu o negócio de aço de sua família aos 19 anos de idade e desde então o tornou um dos maiores fabricantes de tubos e tubos de aço da América do Norte.
Ele vendeu a empresa para o Carlyle Group em 2006 por cerca de US $ 1,2 bilhões, mas continuou a ajudá-lo a executá-lo. Ele e a família compraram-no em 2011.
Hoje Barry e seus dois irmãos, Clayton e Alan Zekelman, dividiram 100% de propriedade da empresa $ 3,3 bilhões (receitas), agora chamada Zekelman Industries.
A empresa também bombeou mais de 1 bilhão de dólares em Z Modular, uma divisão que está desenvolvendo complexos de apartamentos modulares em lugares como Texas, Arizona e Canadá.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Barry Zekelman
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Barry Zekelman, vinculada a Manufatura e 'Aço', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 26 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.6 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.