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Angela Leong
#2132

Angela Leong

Origem da fortuna: Cassinos

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Módulos

Biografia

Angela Leong é co-presidente e o maior acionista individual da empresa de cassino SJM Holdings. Ela também é uma legislativa eleita de Macau.

SJM na lista de Hong Kong A Holdings opera resorts de casino, incluindo L'Arc e o Grand Lisboa Palace Resort, em Macau.

É a quarta esposa do falecido Stanley Ho, que iniciou a Sociedade de Turismo e Diversoes de Macau, que controla a SJM Holdings.

Leong, que começou a investir em seus 20 anos, também tem um grande portfólio de propriedades de Hong Kong, a que ela deve a grande maioria de sua riqueza.

Ativos Financeiros

Bolsa
HONG KONG
Ticker
1119-HK
Empresa
iDreamSky Technology Holdings
Bolsa
NASDAQ
Ticker
NIPG-US
Empresa
NIP Group ADR
Bolsa
HONG KONG
Ticker
880-HK
Empresa
SJM Holdings Limited

A grande mentira das megafortunas: O caso de Angela Leong

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Angela Leong, vinculada a Imobiliário e 'Cassinos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 14 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.9 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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