Wei Ying-Chiao
Origem da fortuna: Alimentos, bebidas
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Biografia
Wei Ying-Chiao e seus três irmãos, Ing-Chou, Yin-Chun e Yin-Heng, começaram Tingyi em 1991.
Tigyi é agora um dos maiores produtores de chá pronto para beber e água engarrafada na China. É também um grande fornecedor para o mercado de macarrão instantâneo do país.
A família também controla a cadeia de frango frito Dicos.
A empresa privada da família, Ting Hsin, vendeu sua participação 37,17% em Taipei 101, o edifício mais alto de Taiwan, para Itochu por $665 milhões em 2018.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Wei Ying-Chiao
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Wei Ying-Chiao, vinculada a Alimentos e Bebidas e 'Alimentos, bebidas', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 17 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.1 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.