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Thomas Tull
#793

Thomas Tull

Origem da fortuna: Filmes, investimentos

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Módulos

Biografia

Ex-financiador de filmes e fundador da empresa de produção Legendary Entertainment, os maiores sucessos de Thomas Tull vieram de backing blockbusters.

Em 2015, Tull fez um acordo com o bilionário chinês Wang Jianlin's Wanda Group para vender o Lendário por até US$ 3,5 bilhões em dinheiro, ações e dívidas.

Tull se demitiu como CEO do Legentário em 2016 para se concentrar em seu Grupo de Investimento Tull, que investiu em coisas como o Magic Leap.

Ele transformou suas firmas Tulco, Acrisure, Teton Ridge, e ambos os braços da USIT em uma nova joint venture, a TWG Global, e possui ações do fabricante de roupas de comércio público Figs e da empresa de maquiagem de alta tecnologia Oddity.

Um fã de esportes, Tull possui participações minoritárias nos Pittsburgh Steelers e os New York Yankees junto com uma coleção de lembranças de beisebol.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Thomas Tull

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Thomas Tull, vinculada a Mídia e Entretenimento e 'Filmes, investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 38 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 2.4 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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