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Surin Upatkoon
#2699

Surin Upatkoon

Origem da fortuna: Telecom, loterias, seguros

Patrimônio líquido

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Ganhos por segundo

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Módulos

Biografia

O magnata de baixo perfil Surin Upatkoon fez fortuna nos sectores dos seguros às telecomunicações.

A maior parte de sua riqueza vem da venda de uma participação de 10% na empresa de telecomunicações tailandesa InTouch em 2013.

Possui participações na empresa de jogos listados Magnum, equipamento de serviços financeiros MPHB Capital e empresa têxtil MWE.

Ele começou sua carreira como gerente na MWE Weaving Mills em 1971 e subiu nas fileiras.

Seu filho, Krian, está nas placas de MWE e Magnum, enquanto Ivevei, a mais velha de suas duas filhas, está no conselho de MPHB Capital.

Ativos Financeiros

Bolsa
MALAYSIA
Ticker
3859-MY
Empresa
Magnum Berhad
Bolsa
MALAYSIA
Ticker
5237-MY
Empresa
MPHB Capital Sdn. Bhd
Bolsa
MALAYSIA
Ticker
3565-MY
Empresa
WCE Holdings

A grande mentira das megafortunas: O caso de Surin Upatkoon

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Surin Upatkoon, vinculada a Diversificado e 'Telecom, loterias, seguros', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 10 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.7 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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