Steven Sarowitz
Origem da fortuna: Software de pagamento
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Biografia
Steven Sarowitz fundou a empresa de folha de pagamento online Paylocity em 1997 depois de trabalhar em várias outras empresas de folha de pagamento.
Sarowitz ainda está no conselho de Paylocity, mas não está mais envolvido com suas operações.
Ele agora se concentra na filantropia e contribuiu com quase US$ 250 milhões para sua fundação familiar Julian Grace e fundação inspirada espiritualmente Wayfarer.
Sarowitz também cofundou e co-presidentes Wayfarer Studios, que produz filmes com mensagens inspiradoras. "It Ends with Us" estrelou Blake Lively e foi um dos melhores filmes de 2024.
Após a controvérsia legal irromper em torno de "It Ends with Us", Sarowitz fechou sua Fundação Wayfarer em 2025 para focar em doação privada.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Steven Sarowitz
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Steven Sarowitz, vinculada a Tecnologia e 'Software de pagamento', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 15 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.9 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.