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Scott Shleifer
#1144

Scott Shleifer

Origem da fortuna: Capital próprio

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Módulos

Biografia

Scott Shleifer co-fundou o braço de investimento privado da Tiger Global Management em 2003, dois anos depois de Chase Coleman fundar a empresa de hedge fund.

Os fundos de risco da Tiger Global constituem agora a maior parte dos 50 mil milhões de dólares da empresa em activos líquidos sob gestão.

Shleifer fez apostas lucrativas em várias empresas chinesas de tecnologia para Tiger, incluindo JD.com, aplicativo de passeio-hailing Didi Chuxing e e-commerce gigante Meituan.

Shleifer se demitiu como chefe de capital privado da Tiger Global no início de 2024, passando para um papel como conselheiro sênior.

Ele comprou uma mansão Palm Beach de 21.000 pés quadrados em 2021 por $123 milhões.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Scott Shleifer

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Scott Shleifer, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Capital próprio', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 27 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.7 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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