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#2884

Nikolay Fartushnyak

Origem da fortuna: varejo

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Módulos

Biografia

Nikolay Fartushnyak, juntamente com seu irmão mais velho Vladimir e Alexander Mikhalskiy, co-fundaram o maior distribuidor de esportes e moda da Rússia Sportmaster.

Os irmãos Fartushnyak e Mikhalskiy também são cofundadores de Ostin, um varejista russo de moda rápida.

Em 2014 Fartushnyak e Igor Khudokormov, conhecido como o "rei do açúcar russo", comprou empresa sueca Agrokultura, que possui cerca de 200.000 hectares de terra agrícola na Rússia.

Fartushnyak e seus parceiros começaram com negócios de distribuição no início dos anos 90 e forneceram bens de consumo franceses para seu mercado interno.

Seu Sportmaster também tem suas próprias marcas, como a Demix, que produz artigos esportivos, vestuário e sapatos.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Nikolay Fartushnyak

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Nikolay Fartushnyak, vinculada a Moda e Varejo e 'varejo', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 9 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.6 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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