Neil Bluhm
Origem da fortuna: Imobiliária
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Biografia
Tycoon imobiliário Neil Bluhm é o proprietário de imóveis marcae Chicago como 900 North Michigan eo Ritz-Carlton Chicago.
Bluhm também possui vários casinos em Pittsburgh, Filadélfia, Chicago e Schenectady, Nova Iorque.
Depois de cursar Direito e trabalhar como advogado em Chicago, ele co-fundou JMB Realty em 1970.
O equipamento de jogos online da Bluhm Rush Street Interactive tornou-se público em 2020 através de uma fusão reversa com uma empresa de cheques em branco.
Bluhm é diretor executivo da Walton Street Capital e administrador do Whitney Museum of American Art.
É dono de uma participação minoritária nos Chicago Bulls e Chicago White Sox.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Neil Bluhm
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Neil Bluhm, vinculada a Imobiliário e 'Imobiliária', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 64 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 4.1 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.