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Masayoshi Son
#26

Masayoshi Son

Origem da fortuna: Telecomunicações, Investimentos

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Módulos

Biografia

Masayoshi Son fundou e dirige o gigante investimento SoftBank Group, que relatou lucro líquido de 3,2 trilhões de ienes ($20.5 bilhões) em vendas de 5,7 trilhões de ienes ($37 bilhões) para os nove meses terminados 31 de dezembro de 2025.

Os investidores no Son's Vision Fund 1 incluem Apple, Qualcomm, Foxconn, o escritório da família do bilionário Larry Ellison e o fundo soberano da Arábia Saudita.

Os Vision Funds investiram em mais de 400 empresas, incluindo empresa de ride-share Grab, líder de comércio eletrônico coreano Coupang e plataforma de entrega de alimentos da Índia Swiggy.

A Son está investindo bilhões de dólares em IA, incluindo no Projeto Stargate de 500 bilhões de dólares, em parceria com OpenAI, Oracle e MGX, para construir infraestrutura de IA nos EUA.

Em novembro de 2025, a SoftBank vendeu toda sua participação no chipmaker Nvidia por quase $6 bilhões para financiar seu investimento na OpenAI. Ele planeja investir $30 bilhões em três tranches entre abril e outubro de 2026.

Ativos Financeiros

Bolsa
TOKYO
Ticker
9984-JP
Empresa
SoftBank Group Corp.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Masayoshi Son

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Masayoshi Son, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Telecomunicações, Investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 552 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 36.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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