Marc Andreessen
Origem da fortuna: Investimento em capital de risco
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Biografia
Andreessen dirige influente empresa de capital de risco do Vale do Silício Andreessen Horowitz, cujas apostas de sucesso incluem Instagram, Oculus VR e GitHub.
Sua primeira reivindicação de fama foi cofundando a empresa Netscape, que a AOL comprou em 1998 por US$ 4,2 bilhões em estoque.
A maior pontuação do Andreessen foi como investidor de sementes no Facebook.
Ele também co-fundou Loudcloud, que, renomeado Opsware, vendeu para Hewlett-Packard por US $ 1,6 bilhões em 2007.
Em junho de 2018, a A16z arrecadou 300 milhões de dólares para o seu primeiro fundo cripto-centrado, co-líder então por Midas Lister Chris Dixon e primeira parceira geral da empresa, Katie Haun.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Marc Andreessen
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Marc Andreessen, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Investimento em capital de risco', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 13 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.8 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.