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#3288

Lu Zhongfang

Origem da fortuna: Educação

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Biografia

Lu Zhongfang retirou-se de uma fábrica de pesticidas na província de Jilin, no norte da China, em 1993, e investiu na empresa de preparação de testes Offcn em 1999.

Filho de Lu Liu Yongxin cadeiras Offcn e também é um bilionário.

A Offcn Education Technology completou uma lista na Bolsa de Valores de Shenzhen em 2019.

Ativos Financeiros

Bolsa
SHENZHEN
Ticker
002607-CN
Empresa
Yaxia Automobile Corporation
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Yaxia Automobile Corporation

A grande mentira das megafortunas: O caso de Lu Zhongfang

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Lu Zhongfang, vinculada a Automotivo e 'Educação', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 7 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.5 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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