Lim Kok Thay
Origem da fortuna: Cassinos
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Biografia
Lim Kok Thay é o presidente executivo da Genting, um conglomerado de cassinos e resorts com uma pegada global. Em fevereiro de 2025, ele se demitiu como CEO, um papel que ele tinha desempenhado por quase duas décadas.
Em 2022, o problemático operador de cruzeiro de Lim Genting Hong Kong, que foi atingido pela pandemia, apresentou uma petição de encerramento. Lim se demitiu como presidente.
Os ativos de Lim incluem Empire Resorts, a empresa-mãe de perda Resorts World Catskills.
Uma longa rivalidade familiar sobre a riqueza e os negócios do império, que incluem uma unidade de palmeiras, foi finalmente resolvida em 2020.
Como parte de uma expansão contínua de S$ 6.8 bilhões ($ 5 bilhões), a Genting Singapore está renovando seu Resorts World Sentosa, que incluirá dois novos hotéis, um pódio de quatro andares e um passeio marítimo.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Lim Kok Thay
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Lim Kok Thay, vinculada a Jogos de Azar e Cassinos e 'Cassinos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 11 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.7 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.