Larry Ellison
Origem da fortuna: Oracle
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
Larry Ellison é presidente, chefe de tecnologia e co-fundador do software gigante Oracle, do qual ele possui cerca de 40%.
Ellison desistiu do papel de CEO da Oracle em 2014 após 37 anos no comando.
Em setembro de 2025, ele se tornou a segunda pessoa a valer mais de $400 bilhões, graças a um boom impulsionado por IA no preço das ações da Oracle.
Em 2012, ele comprou quase toda a ilha havaiana de Lanai por 300 milhões de dólares.
Ellison sentou-se no conselho de Tesla de 2018 a 2022. Ele possuía 45 milhões de ações ajustadas antes de renunciar como diretor.
Ellison também possui quase 50% do gigante de mídia Paramount Skydance, que se formou após a fusão de 28 bilhões de dólares (valor empresarial) da Paramount e seu filho David Skydance em agosto de 2025.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Larry Ellison
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Larry Ellison, vinculada a Tecnologia e 'Oracle', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 1653 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 107.8 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.