John Elkann
Origem da fortuna: FIAT, investimentos
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
John Elkann é o presidente e CEO da Exor, a holding da família Agnelli da Itália, que possui participações na Ferrari, a revista Economist e fabricante de automóveis italiano Fiat.
Elkann assumiu o papel de liderança na família e na Fiat em 2004, um ano após a morte de seu avô e patriarca da família Gianni Agnelli.
Ele supervisionou acordos, incluindo a aquisição pela FIAT de 2009 de uma participação na Chrysler e sua fusão com a Peugeot em janeiro de 2021 para formar Stellantis.
O portfólio da Exor inclui o time de futebol italiano Juventus e organizações de mídia, incluindo o Economist e vários jornais italianos líderes.
A dinastia familiar começou em 1899 quando Giovanni Agnelli, o tataravô de João, fundou a FIAT na cidade italiana de Turim.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de John Elkann
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de John Elkann, vinculada a Finanças e Investimentos e 'FIAT, investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 18 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.1 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.