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Jerry Reinsdorf
#1836

Jerry Reinsdorf

Origem da fortuna: Equipas desportivas

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Módulos

Biografia

Jerry Reinsdorf fez uma fortuna nos esportes, comprando equipes de Chicago na década de 1980 e assistindo valores dispararem nas próximas três décadas.

Reinsdorf liderou um grupo que comprou o time de beisebol Chicago White Sox em 1981 por 19 milhões de dólares. Ele ainda possui uma participação estimada em 19%.

Ele e os investidores compraram uma participação de controle nos Chicago Bulls da NBA por 9,2 milhões de dólares em 1985, um ano após a equipe ter escolhido Michael Jordan.

Quatro décadas e 33 anos depois, os Bulls valem $5 bilhões; Reinsdorf possui uma estimativa de 40%.

Ele fez sua primeira fortuna em imóveis, co-fundando a Balcor Company em 1973 e vendendo-a nove anos depois para a American Express.

Ativos Financeiros

Informação de ativos financeiros não disponível.

A grande mentira das megafortunas: O caso de Jerry Reinsdorf

Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.

A imensa fortuna de Jerry Reinsdorf, vinculada a Esportes e 'Equipas desportivas', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 16 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.

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