Jeff T. Green
Origem da fortuna: Publicidade digital
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
Jeff Green é CEO e presidente da The Trade Desk, uma empresa de tecnologia de publicidade que ele fundou em 2009.
Sua empresa de anúncios digitais, que foi pública em 2016, é especializada em publicidade social, móvel e vídeo.
O Trade Desk, uma empresa listada na Nasdaq, tinha US $ 2,4 bilhões em receita em 2024, até 26% ano-sobre-ano.
Antes de The Trade Desk, Green foi fundador e chefe de operações da AdECN, uma troca de publicidade online adquirida pela Microsoft em 2007 para uma soma não divulgada.
Em 2021, Green assinou o Juramento Giving, prometendo dar 90% de sua riqueza antes ou no momento de sua morte.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Jeff T. Green
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Jeff T. Green, vinculada a Mídia e Entretenimento e 'Publicidade digital', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 11 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.7 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.