Daniel Calugar
Origem da fortuna: Investir
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Biografia
Dan Calugar é um investidor privado com sede em Las Vegas, Nevada.
Calugar trabalhou como advogado de impostos em Atlanta no final dos anos 1970 e 1980 antes de mudar para investir em fundos mútuos.
Ele investiu usando estratégias orientadas por dados em fundos mútuos, ações, fundos de cobertura, renda fixa estruturada, volatilidade e futuros gerenciados.
Ele agora investe principalmente em uma estratégia de energia gerenciada externamente e um programa de negociação de ações algoritmo interno que ele desenvolveu internamente.
Em 2003, ele resolveu alegadas acusações de fraude através de negociações tardias indevidas e timing de mercado com a SEC por $225 milhões. Ele não admitiu ou negou as acusações.
Ativos Financeiros
Informação de ativos financeiros não disponível.
A grande mentira das megafortunas: O caso de Daniel Calugar
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Daniel Calugar, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Investir', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 10 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.6 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.