Andrew Forrest
Origem da fortuna: Mineração
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Biografia
Andrew Forrest fundou o Fortescue Metals Group em 2003. É um gigante de minério de ferro que está agora a transformar-se numa potência de energia verde.
Em 2022, sua empresa privada Squadron Energy pagou cerca de 4 bilhões de dólares para a maior empresa de energia eólica da Austrália, a CWP Renewables.
Forrest também prometeu gastar A$ 750 milhões na reconstrução da infraestrutura de energia e comunicação da Ucrânia.
Forrest e sua esposa Nicola fundaram a Fundação Minderoo, uma roupa filantrópica com uma dotação de A$ 9,6 bilhões, focada em tudo, desde a igualdade de gênero até as mudanças climáticas até a reconstrução da Ucrânia.
Forrest e Nicola anunciaram sua separação em julho de 2023, após estarem casados por mais de três décadas.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Andrew Forrest
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Andrew Forrest, vinculada a Metais e Mineração e 'Mineração', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 127 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 8.1 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.