Andres Santo Domingo
Origem da fortuna: Cerveja
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
Andres Santo Domingo herdou uma parte da participação multibilionária de seu pai Julio Mario na cerveja gigante SABMiller quando morreu em 2011.
A maior parte de sua fortuna está agora em Anheuser-Busch InBev, após sua aquisição de US $ 100 bilhões de SABMiller em 2016.
Santo Domingo é de herança colombiana, mas cresceu e viveu nos Estados Unidos por anos. Graduou-se na Brown University em 2000.
Ele senta-se nos conselhos da Conservation International e da Biblioteca Pública de Nova Iorque.
Seu irmão, Alejandro, é diretor da Anheuser-Busch InBev. Sua mãe, Beatriz Davila de Santo Domingo, também é bilionária.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Andres Santo Domingo
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Andres Santo Domingo, vinculada a Alimentos e Bebidas e 'Cerveja', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 15 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.