Alicia Koplowitz
Origem da fortuna: Construção, investimentos
...
...
Módulos
Gaste sua fortuna
Tente arruiná-los. Spoiler: você não vai conseguir.
Comparar salário
Veja quanto tempo eles levam para ganhar o seu salário anual
Balanço global
Compare a riqueza deles com a de países inteiros
Conserte o mundo
Quais problemas globais eles poderiam resolver?
Biografia
No início da década de 1960, Alicia Koplowitz herdou uma participação na construtora espanhola Fomento de Construcciones y Contratas após a morte de seu pai.
Ela vendeu a sua participação à irmã Esther por $800 milhões em 1997 e colocou o dinheiro em investimentos diversos.
Ao longo dos anos investiu em açoira Acerinox, utilidade eléctrica Iberdrola e Banco Sabadell.
Koplowitz possui hotéis em Itália e Miami, imóveis em Washington, D.C. e Chicago, bem como uma participação na Hospes, uma cadeia hoteleira de luxo espanhola.
Sua fundação de caridade envia companheiros espanhóis para estudar psiquiatria infantil na Inglaterra e nos EUA na Universidade de Columbia, Stanford e outros.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Alicia Koplowitz
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Alicia Koplowitz, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Construção, investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 16 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.0 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.