Alberto Alcocer
Origem da fortuna: Investimentos
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Biografia
Alberto Cortina deriva sua riqueza em grande parte de ações da construtora ACS, liderada pelo bilionário Florentino Pérez.
Ele e seu primo bilionário Alberto Cortina comandaram a firma de "Intes y Contratas" de suas esposas desde o início da década de 1970 até 1989, quando ambos os casamentos desmoronaram.
Alcocer e Cortina mudaram-se para o Banco Zaragozano. Venderam a sua participação combinada de 40% à Barclays em 2004
Os primos eram casados com as irmãs Esther e Alicia Koplowitz, que eram anteriormente acionistas significativos do grupo de construção da FCC.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Alberto Alcocer
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Alberto Alcocer, vinculada a Finanças e Investimentos e 'Investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 14 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 0.9 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.