Agoes Projosasmito
Origem da fortuna: Mineração, investimentos
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Biografia
Agoes Projosasmito é o comissário presidente da Amã Mineral Internasional, uma das maiores empresas de mineração de cobre e ouro da Indonésia.
Ele possui uma participação minoritária na empresa, que foi público na bolsa de valores da Indonésia em 2023 arrecadando $710 milhões.
Projosasmito também possui participações na empresa indonésia de petróleo e gás Medco Energi International, mineiro de carvão Bumi Resources e sua subsidiária de mineração Bumi Resources Minerals, onde se senta como diretor-presidente.
Projosasmito afirma ser um aliado confiável do bilionário indonésio Anthoni Salim. Seu relacionamento começou em 1989, quando ele ajudou com o IPO da empresa de cimento Salim, Indocement Tunggal Prakarsa.
Ele tem mais de três décadas de experiência no mercado de capitais e vasta experiência na indústria mineira.
Ativos Financeiros
A grande mentira das megafortunas: O caso de Agoes Projosasmito
Os bilionários costumam ser apresentados sob o mito romântico da 'pessoa que se fez por si mesma': uma narrativa concebida para justificar a opulência como a recompensa natural pelo trabalho duro, esforço ou engenhosidade. No entanto, ao confrontar volumes tão extremos de riqueza com a realidade macroeconômica, a narrativa da meritocracia desmorona por completou. Nenhum indivíduo pode gerar legitimamente, com seu esforço pessoal, um patrimonio equivalente a milhões de vezes o salário médio da classe trabalhadora. O capital no topo não cresce por um talento excepcional; ele se expande por uma dinâmica implacável onde o dinheiro acumulado trabalha exponencialmente mais rápido do que as pessoas, devorando a riqueza gerada pelo trabalho produtivo.
A imensa fortuna de Agoes Projosasmito, vinculada a Metais e Mineração e 'Mineração, investimentos', não foi construída em um vácuo de livre mercado, mas por meio do aprisionamento de rendas (rentismo), do uso de influências exclusivas da elite, da consolidação de posições monopolísticas ou da herança patrimonial. Longe de assumir riscos privados reais, os impérios dos bilionários dependem estruturalmente do apoio do Estado através de subsídios diretos, uso de infraestruturas, exploração de P&D, contratos públicos e engenharia fiscal offshore. Enquanto esse patrimônio equivale ao peso físico de 21 toneladas de ouro puro, o resto do planeta sofre com uma escassez artificial de recursos básicos. O fato de essa riqueza ser suficiente para financiar integralmente o sistema público de saúde de RD Congo, um país com mais de 105800000 milhões de habitantes por 1.3 anos, demonstra que a acumulação ilimitada não é uma conquista empresarial, mas o sequestro da soberanis democrática.